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11/07/2010 - 13:00

Cooperação

Angola e Cuba assinaram acordo para a área da comunicação social

Memorando de entendimento pretende assegurar a formação profissional e académica dos quadros da comunicação social.

Da Redação, com Angop

Luanda - O vice-ministro angolano da Comunicação Social, Manuel Miguel de Carvalho, assinou em Cuba um memorando de entendimento entre o Ministério da Comunicação Social e o Instituto Cubano Rádio e Televisão (ICRT).

À frente de uma delegação multi-sectorial composta por elementos da imprensa pública e privada, o governante angolano explicou aos dirigentes políticos e responsáveis da imprensa cubana que o objectivo da sua deslocação a Cuba consistiu no relançamento e reforço da cooperação bilateral.

Manuel Miguel de Carvalho informou o lugar que a comunicação social ocupa na nova Constituição angolana, com destaque para a Lei de Imprensa.

Durante a sua estadia de seis dias em Havana, concluída na quinta-feira, Manuel Miguel de Carvalho visitou vários órgãos de informação cubana, tais como as emissoras da Rádio Havana Cuba, Rádio Rebelde, Canal Havana, Canal Educativo, Jornal Juventude Rebelde e o combinado Poligráfico Granma, Memorial “José Marti”.

Havana Colonial e Casa de África, Sistema Informativo da Televisão Cubana e Cubavision Internacional, Instituto de Jornalismo “José Marti”, Gráfica “ Federico Engels“, Agência de Informação Nacional, Prensa Latina, as estações emissora e televisiva municipais da Rádio e Televisão de Guines foram outros dos órgãos visitados pelo vice-ministro.

O dirigente angolano teve encontros com o presidente da União dos Jornalistas e Escritores cubanos, o decano e professores da Faculdade da Comunicação Social da Universidade de Havana.

O protocolo assinado em Havana pelo vice-ministro angolano da Comunicação Social através do ICRT, visa reforçar a cooperação entre Angola e Cuba e pretende assegurar a formação profissional e académica dos quadros da comunicação social, bem como a sua capacitação.

"Hoje, o empirismo na comunicação social já não tem lugar nem razão de continuar existir. O mundo está em plena evolução e, partindo desta realidade, o profissional da comunicação social deve possuir conhecimentos científicos para acompanhar esta dinâmica", defendeu o governante angolano.

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