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Angola abre o ano escolar com falta de milhares de professores

Angola começa o novo ano escolar com défice estimado de 70 mil professores. As autoridades admitem que não conseguirão resolver o problema tão cedo.


África 21 Digital com Panapress


O novo ano letivo (2018) em Angola é oficialmente aberto esta quinta-feira (01), na cidade portuária de Moçâmedes, na província meridional do Namibe, num ato a ser presidido pelo chefe de Estado angolano, João Lourenço.

Para o efeito, o Presidente João Lourenço chegou esta quarta-feira a Moçâmedes, onde foi acolhido pelo governador provincial local, Carlos da Rocha Cruz, e outras individualidades no aeroporto Welwitchia Mirabilis.

Para acompanhar os preparativos da cerimónia, encontra-se em Moçamedes, desde segunda-feira, a ministra angolana da Educação, Cândida Narciso.

As estatísticas disponíveis revelam que Angola precisa atualmente de mais 70 mil professores para fazer face à demanda causada pelo elevado número de alunos matriculados.

Fala-se em cerca de 10 milhões de alunos inscritos para o ano letivo 2018, enquanto o número estimado de professores nos diferentes subsistemas de ensino ronda os 246 mil.

A ministra Cândida Teixeira confirmou a necessidade de se recrutar mais docentes, mas admitiu tratar-se de uma meta “difícil de ser alcançada” a curto e médio prazos.

As dificuldades têm a ver com a necessidade de o Estado reduzir custos, situação que limita a admissão de novos funcionários, incluindo professores, disse.

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Escrito por: África 21 Digital

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