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Comité de católicos da RD do Congo diz que continuará a luta por um Estado de direito

O Comité Leigo de Coordenação (CLC), um colectivo de católicos congoleses, está determinado a continuar a luta até à instauração de um Estado de direito na República Democrática do Congo (RDC), anunciou o seu porta-voz, Jonas Tshiombela.


África 21 Digital com Panapress

Num comunicado divulgado por ocasião da comemoração do primeiro aniversário do assassinado do ativista Rossy Mukendi, Tshiombela frisou que o combate no qual Rossy morreu, como outros mártires da democracia derramaram o seu sangue, não é uma luta contra indivíduos mas contra o sistema.

Enquanto persistir o sistema, a luta de Rossy e de outros mártires vai continuar até ao advento de um Estado verdadeiramente democrático no coração de África, prosseguiu.

Afirmou que o CLC juntou-se à família de Rossy e aos seus camaradas dos movimentos citadinos para reclamar por justiça e que seja feita uma compensação.

Na ocasião, movimentos citadinos recomendaram ao Estado congolês para elevar Rossy Mukendi Tshimanga ao patamar de “Heróis Nacionais”.

“O Estado congolês tem a obrigação de instituir oficialmente o dia de 25 de Fevereiro como Dia Nacional de Luta Citadina e reconhecer, a título póstumo, Rossy Mukendi, bem como todos os mártires do Acordo de São Silvestre e de liberdade, nomeadamente Hussein Ngandu, Therese Kapangala, Eric Boloko, Luc Nkulula, como heróis nacionais”, recomendaram cerca de 20 movimentos de cidadãos, entre os quais o Movimento de Luta para a Mudança (LUCHA, sigla em francês).

Rossy Tshimanga morreu durante uma marcha pacífica, promovida pelo CLC, a 25 de Fevereiro de 2018, para reclamar pela realização de eleições. Angop

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Escrito por: África 21 Digital

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